Revista MS

Deputados de MS veem 'teatro' e 'ativismo de toga' em pedido de condenação de Bolsonaro

Pedido da Procuradoria Geral da República, a PGR, para que o STF condene Jair Bolsonaro repercutiu entre parlamentares federais de MS. Houve quem chamou a decisão de ''teatro'' e também ''ativismo judicial''. 

O documento foi assinado pelo Procurador Geral da República, Paulo Gonet. Na peça, o chefe do MP pede ao menos 40 anos de condenação do ex-presidente, com penas que somam 40 anos. 

Repercussão 

Rodolfo Nogueira (PL) fiel aliado de Bolsonaro, classificou a medida como ‘’teatro’’. Ele postou um vídeo de uma emissora nacional expondo a notícia e escreveu no Instagram: 

''Dando sequência ao teatro'', disparou o ''Gordinho do Bolsonaro''

Ativismo

Luiz Ovando (Progressistas) não comentou o caso específico, mas tem diversos posts dizendo que a ação penal – que é oferecida pela PGR – trata-se de ativismo judicial. O parlamentar lembrou os processos de Lula e as ''descondenações'' do atual presidente para reforçar ideia de perseguição política contra o ex-presidente. 

Concorda

Camila Jara (PT) também comentou. Ela foi enfática ao dizer que o ‘’golpe tem preço’’. 

''É a primeira vez que um ex-presidente será condenado por derrubar a democracia que jurou defender'', anotou Jara. Ela também postou um dos pontos das acusações contra Jair. 

''Segundo a PGR, Bolsonaro também tinha conhecimento do plano 'Punhal Verde e Amarelo', para matar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes''.