quinta-feira, 22/02/2024
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Câmara abre CPI para apurar irregularidades no Instituto de Previdência de Campo Grande

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Relatório que motivou abertura da CPI mostra rombo de quase R$ 110 milhões no caixa do órgão municipal. Apuração vai abranger gestão entre os anos de 2012 e 2017.

Membros da CPI: André Salineiro, Veterinário Francisco, Pastor Jeremias Flores, Fritz (presidente) e Enfermeira Cida Amaral (relatora) (Foto: Izaias Medeiros/Câmara Municipal)

A Câmara Municipal abriu, nesta quinta-feira (17), uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar supostas irregularidades no Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG).

Segundo a assessoria do Legislativo campo-grandense, o relatório da comissão de acompanhamento da reestruturação do IMPCG, que culminou na criação da CPI, identificou falhas que causaram um rombo milionário no órgão.

No relatório, consta que há indícios de divergência de valores e de informações a respeito do caixa do órgão, que deveria estar com pouco mais de R$ 110 milhões, fato que foi publicado no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande). Os demonstrativos apontavam que, em janeiro de 2013, havia R$ 110.650.995,27 no IMPCG, e em 30 de maio de 2016, o montante era de R$ 874.552,19, ou seja, decréscimo de R$ 109.776.443,08.

O relatório também elencou uma série de medidas que devem ser adotadas para reestruturar o instituto financeiramente.

Os vereadores vão investigar denúncias de má gestão ocorridas entre os anos de 2012 a 2017. A CPI é composta pelo presidente Fritz (PSD), relatora Enfermeira Cida Amaral (Podemos), Pastor Jeremias Flores (Avante), Veterinário Francisco (PSB) e André Salineiro (PSDB). As atividades serão realizadas no prazo de 120 dias, podendo ser prorrogadas.

Fonte: G1 MS

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