Ao todo, serão 13 edições que ocorrerão todos os domingos no Autocine da UFMS. Com ingresso gratuito, a primeira sessão acontece no dia 28 de junho às 18h.

O governo do estado junto da sua Fundação de Cultura, em parceria com a prefeitura de Campo Grande e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) retoma neste domingo, 28 de junho, as atividades do clássico Autocine do Morenão na capital.

Sucesso nos anos 70 e 80, o cinema dentro do carro foi pensado para oferecer uma oportunidade de entretenimento em meio a pandemia e todas as medidas de biossegurança, como distanciamento entre os veículos mínima de 2 metros, lotação do veículo e uso obrigatório de máscaras serão observadas.

Os ingressos são gratuitos, limitados e podem ser retirados na Praça dos Imigrantes, que está localizada na esquina da Rua Rui Barbosa com a Joaquim Murtinho, região central de Campo Grande, a partir desta quarta-feira (24) das 8h às 13h30. A sessão tem início às 18h e no dia do evento é preciso chegar com 30 minutos de antecedência.

Ao todo, serão 13 edições que ocorrerão todos os domingos no espaço do Autocine na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. O primeiro filme será “Eu e meu guarda-chuva”, um longa-metragem nacional que conta a história de Eugênio, um garoto de 11 anos que jamais se separa do guarda-chuva herdado do avô. Uma adaptação do livro de mesmo nome de Branco Mello e Hugo Possolo.

O filme de estréia é Eu e meu guarda-chuva, de Branco Mello e Hugo Possolo — Foto: UFMS/Divulgação

O filme de estréia é Eu e meu guarda-chuva, de Branco Mello e Hugo Possolo — Foto: UFMS/Divulgação

História

O Autocine (drive in) foi criado em 1972 e apesar de funcionar dentro da Universidade, inicialmente pertencia à Rede Pedutti, responsável por escolher os filmes exibidos e por contratar os funcionários. O local funcionou até 1989, quando foi desativado.

Além do espaço para carros havia uma arquibancada para quem ia a pé. O Autocine também possuía lanchonete, sala de projeção, pátio com postes em formato de chapéus onde ficavam os alto-falantes, o telão de cinema, portaria e bilheteria.

Os recursos provenientes dos ingressos eram revertidos para a compra de livros para a Biblioteca Central e as de outras unidades da Universidade.

Fonte: G1 MS